Fora do ar
Pessoal, sou um amigo do Edson e estou trazendo um recado dele.
Ele pediu desculpas a todos e mandou avisar que há quase 3 dias está sem TV e sem Internet.
Imaginem como ele está feliz.
KAVURSKA !!!
Prontos Pro Mac
Rapaziada da Fiel, não vou malhar o Marília, porque lá é a terra da minha santa mãezinha. É minha gente, ao contrário de uns e outros, eu tenho mãe. Tudo bem que ela só nasceu lá, mas já é motivo para guardar respeito. Também em Marília foi criado um grande corinthiano, o Osmar Santos, que berrava "ripa na xulipa e pimba na gorduchinha" quando um jogador corria para bater a falta. Já pendurei aqui há uns tempos a jogada do gol de São Basílio em 77 narra pelo Osmar Santos - que além de excelente narrador era cabra consciente. Narrou todos os grandes comícios das Diretas Já, na época da Democracia Corinthiana.
Agora, não é porque a gente respeita que o time precisa fazer o mesmo, né? Este jogo é definidor. O Timão tem que ganhar e convencer, para embalar de vez e voltar ao lugar que o Sálvio, o autor do Crime da Baixada, nos tirou.
E pelo jeitão vamos pra cima com Dentinho e tudo, que o moleque mesmo machucado já avisou que está com gana de jogar. O Dentinho está arrebentando. Para ficar melhor é só aprender o ofício de garçom, quesito no qual ele peca, conforme um mano comentarista aí bem observou.
No lugar do Chicão, vamos de Fábio Balada, que é bom zagueiro e saberá cobrir à altura um dos melhores defensores em atividade no Brasil hoje.
O problema, e será sempre problema até Douglas chegar, é o meio de campo. No lugar do Çadia entra Bóvio. Eu fico aqui coçando a cabeça. Porque esta é a dupla Nhô Ruim e o Zé Pior. Mas até contra eles, o Timão é mais.Com raça e com o coração, Todo Poderoso Timão!
Mais Uma vez, o Roxo
Peço licença aqui para dar um palpite na área do marketing – juro que serão muito poucas estas intervenções, até porque milito na área e não acho correto ficar usando este espaço para dar palpite no assunto.
Eu gosto da Roxinha. Acho ela bonitona e me lembra um fardamento da Fiorentina que o Magrão vestiu na década de 80. Então estou a cavaleiro para falar, certo?
Desde os fenícios, os caras que botaram este negócio de comércio em pé, a pergunta mais importante no marketing é: o que o cliente quer?
Pois bem, o Timão colocou à venda uma camiseta sem levar em conta esta perguntinha básica. E agora enfrenta a resistência da Fiel em tudo quanto é canto. Alguém aí imagina o Mano Gervásio, chegado lá de São Caetano, armário três por quatro, chegando com uma camiseta roxa lá boteco da frente da estação ferroviária pra tomar sua Caracu com ovo?
Difícil. Então tá errado, não é não?
Sou totalmente favorável ao Timão diversificar sua linha de produtos (se bem que se a NIke cumprisse o básico já tava ótimo). Mas para lançar coisa nova, tem de ouvir o Fiel lá ponta. Caso contrário, é pau na moleira.
...
Só pra gente relaxar um pouco: o Ronaldo não tá a cara do Caubi Peixoto?
Confisco de Pontos Faz Fiel Sofrer
Moleque é Fiel: quer jogar contra o Mac mesmo depois de passar no moedor de carne
Passadas mais de 24 horas do Crime da Baixada, acho que tenho serenidade suficiente para escrever sobre o assunto.
O Timão jogou bem, especialmente no segundo tempo, e jogou contra três adversários: o Perdigão, o Filho da Outra e o Santos. Dos três, o Santos foi o adversário mais fraco da noite. O Perdigão se esforçou muito, mas não foi ele que deu a vitória ao time dos Baixios. Foi o Sem-Mãe.
O resultado normal do jogo seria 2 a 1. Só que para o Corinthians. O Órfão inverteu esta equação simples ao anular um gol legítimo nosso e validar um gol ilegítimo deles. O Pelé, que estava a uns 50 metros do lance do segundo gol deles falou “foi falta”. O Senhor Juiz, que estava a cinco, não. Há quem chame a vitória santista de raça. Eu chamo de Roubalheira. Mas não foi para beneficiar a sardinhada, não. Foi para ajudar o de sempre: o preferido da mídia e das arbitragens, que entrou no G4 de novo com o confisco dos pontos do Timão.
Deletei muitos posts ontem de bambinos que diziam: vocês reclamam dos erros do Sem-Mãe agora, contra os sanpaulinos não reclamaram. Em primeiro lugar, há controvérsias: eu acho que o infeliz errou contra nós e contra eles lá no confronto do Lacraião. Em segundo lugar no jogo contra a sardinhada não foi “erro salvino”. Foi confisco de pontos Porque o confisco dos pontos, que, a esta altura do campeonato, funcionou para tirar o timão do G4. O infeliz inverteu o resultado da partida. Não me lembro de assalto tão claro na história do futebol mundial – a não ser o caso do juiz alagoano que mandou o jogo rolar até que a equipe de seu coração vencesse, causo recentemente contado aqui neste blog.
Além da inversão de gols, o Meliante deixou que dois proprietários de açougue, Domingos e Marcinho Guerreiro, exibissem as artes da carniçaria no Crime da Baixada. Este Domingos eu tô manjando faz tempo. Já tinha visto um jogo deles que tinha me deixado perplexo. Não há jogada que ele dispute que não sobre um sopapo, uma paulistinha, um cutucão no calcanhar, um coice. É o homem chamado cavalo. Pelo que sei, carrinho por trás sem bola envolvida é cartão vermelho. O cara tirou o Dentinho do jogo. Isso é crime contra a humanidade, que adora futebol e odeia zagueiro brucutu. Este sujeito tinha de ser banido dos campos.
Para compensar os mísseis que lançou contra nós, o Sem-Mãe deu um peteleco na orelha dos baixadinos, expulsando injustamente o Betão. Ou pelo menos não expulsando junto o Herrera que além de ajoelhar nas costas do zagueiro ainda fez um negócio sensacional: botou o biquinho da chuteira na rosquinha do Betão. Putz, o filho delegado levantou nervoso!
Sobre futebol, futebol mesmo tem pouco a dizer. O Timão mandou bem, ganhou o jogo no campo. Eu não tenho palavras para falar sobre o Çadia, que não deveria mais vestir a Camisa Toda Poderosa.
E agora, é torcer pras bambinas dançarem nalgum baile. E vencer as duas.
Arrastão na Baixada
Hoje, em homenagem à Sua Senhoria, Quase Santidade e Emérito Doutor Salvio Espindola, deixo de escrever o blog para transcrever alguns verbetes do Mini Aurélo, dicionário editado pela Nova Fronteira.
Arrastão sm 1 – Esforço violento para arrastar 2- Rede de pesca de arrastar para o fundo 3- Brás. Pop. Grupo de assaltantes ou de desordeiros que agem em conjunto contra pessoas, estabelecimentos comerciais etc.
Assaltar – v.t.d. 1. Atacar de repente, investir com ímpeto e de súbito. 2 – Acometer à traição (Sin. Saltear) 3. Praticar, geralmente à mão armada, roubo em: assaltar um time. Assaltante adj2g e s2g.
Assalto – sm. 1 – Investida impetuosa, arremetida. 2- Ataque súbito e violento para roubar, sequestrar etc.
Roubalheira s.f. – Roubo vultuoso e escandaloso.
Roubar – v.t.d 1- Tomar (objeto, coisa móvel ou jogo) da posse de alguém, mediante ameaça ou violência. 2- Tirar bens, pontos, dinheiro ou valores da posse de alguém. 3 – Apropriar-se de algo, de modo enganoso. 4 – Raptar. 5 – Exigir que se consuma ou que se gaste (tempo, dinheiro, esforço, etc.), consumir, gastar. 6 – Praticar roubos 7 - Agir desonestamente, ou de modo a prejudicar alguém.
Roubo – sm. 1- Ato de roubar. 2 – O que se rouba.
Punguista sm. – Brás. Pop. 1- Pessoa que bate carteiras.
Meliante – sm. 1 – Malandro, vagabundo.
Sem vergonha, Filho da Outra, Filho de Chocadeira e por aí vai...
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Outra coisa: vejam que beleza este vídeo do Ultraje a Rigor
Dia Histórico no Parque
Sócrates, Rita Lee (mana véia de guerra), Wladimir e Casão no Palanque das Diretas. Fizemos história no país, agora é hora de fazer história no futebol.
Rapaziada da Fiel, o negócio é o seguinte: no ano de 1984 o Brasil viveu um momento muito especial da sua história. O povão saiu na rua e resolveu que o negócio de ter presidente era melhor do que ter ditador. E a ditadura caiu de maduro.
Moleque, 14 anos, eu estava lá, cheio de vontade de ser feliz. Para mim foi um orgulho imenso participar daquilo, ser um dos milhões que foi às ruas exigir o que era direito do Povo Brasileiro.
Agora, orgulho eu tinha mesmo era de ver o meu Timão ali no palanque, rompendo a idéia de que jogador de futebol tinha de ser burro, alienado. E era um timaço: Sócrates, Vladimir, Edson Abobrão, Casão e Cia. Bela. Era a Democracia Corinthiana.
Eu não defendo hoje diretoria A ou B, não conheço o xadrez interno do Coringão e nem este espaço aqui é exatamente o lugar correto para discutir estes assuntos de posição e oposição corinthiana.
Mas vou dizer uma coisa: senti uma pontinha daquele orgulho de 1984 quando ontem à noite, dia 24/03/2008, o Conselho aprovou – quase por unanimidade – que agora no Timão, o presidente é eleito diretamente pelos sócios do clube.
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Recebi aqui uma carta do mano Edson Vieira, lá de São Bernardo. Sobre o mesmo assunto, ele escreveu o seguinte:
“Demorou, mas voltei a ter orgulho do Timão, como antigamente. E não foi por vitória em clássico, título conquistado ou porcos humilhados. Desta vez foi a virada fora de campo que me fez estufar o peito como nos tempos da campanha pela anistia nas arquibancadas.
Começou com a faxina dentro de casa, depois a publicação das contas e agora a aprovação das diretas pra presidente e o fim das reeleições. O clamor da nação foi ouvido e agora o Timão pode se transformar novamente em exemplo pra todo o mundo do futebol.
Posso estar exagerando e até sendo muito ingênuo mais uma vez; mas eu tô sentindo que os deuses da bola encarregaram São Jorge de dar o exemplo da limpa que o futebol tá precisando e o nosso guerreiro resolveu abrir o caminho pra que a gente possa comemorar o centenário em alto estilo. Não quero me precipitar, mas tá pintando limpeza no Parque e as coisas devem começar a clarear pro lado do Todo Poderoso. Desse jeito, posso começar a acreditar até no tão sonhado estádio. Daí, é só investir um pouco na infra de treinamento e preparo físico e dar transparência na contratação de treinador e jogadores e ... pronto!
Ninguém segura mais o Coringão!
Saravá, São Jorge!”.
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E o Douglas, heim? Será que agora vai? Confesso que não acreditava na vinda dele. O cara tava meio caro, a diretoria se queixando que não tinha dindim para tanto. Mas veio e chegou em boníssima hora. Salvo aqueles enganos que a gente comete na vida, acho que este cara arruma de vez o nosso meio de campo. Voltando o Tiozão, eu escalaria assim:
Felipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos, Carlos Aberto, Fabinho, Rincón e Douglas, Dentinho e Tiozão Matador.
E vcs? Escalam quem?
Diretas Sempre
Só pra não dizer que não falei das flores: hoje à noite o Conselho se reúne e pode tomar uma decisão histórica - mudar as eleições no Corinthians para diretas, com o voto dos sócios. Não conheço a proposta. Mas falo, sem medo de errar: diretas sempre.
Bola é Cruelmente Atacada no Vale dos Cervídeos
Nem o Dentinho da Páscoa Melhorou o Baixo Astral
Lacraião meio vazio, tempo feio e um jogo horrível. Vou te falar, viu. Se eu ganhasse um centavo por cada xingamento contra o Marcel e o Heverton Zero, estava rico só neste mulambento 1 a 0 pra cima do Rio Claro. Puxa que o pavio!
No primeiro tempo conseguimos um pênalti não marcado, um gol e uns dois cruzamentos do Acosta. O resto foi bola apanhando e sufoco na gente. E olha que nem o sufoco deles era grande coisa, porque este timinho do Rio Claro pra ser considerado ruim tinha que melhorar bastante.
Tiveram dois lances, bisonhos, que resumiram os primeiros 45: logo perto dos quinze o Chicão me fura uma bola dentro da área e se desentende com ela. Depois teve uma tentativa de drible do Heverton que foi de lascar. O que mais irrita não é o sujeito ser grosso. É ser grosso e achar que é craque. O Cara viu o Moraes fazendo aquele drible lindo no final de semana e achou que podia. Pensou o tradicional “agora eu se consagro!”. Tropeçou na bola, se enrolou com ela, só faltou pedir pra ir ao banheiro e sair de fininho – no que seria prontamente apoiado pela Fiel.
No segundo tempo tivemos o alívio de ver o time subtraído do Heverton Zéééééééééro. Cheguei a pedir (mentalmente, que eu não falaria isso em voz alta): “pô, põe até o Perdigão, vai!”. O desgraçado do mano Mano ouviu. E pôs. Graças a Deus que eu não tinha falado alto.
Este time não deixa a gente passar a vergonha do ano passado. Mas dá uma raiva...
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Do jeitão que a coisa vai, as quatro vagas serão disputadas por Nós, Guará, Porco, Ponte e as garotas do Morumbi. Santos, Mirassol, Noroeste e Barueri tem de se esforçar ao máximo e torcer para um tropeço do G4 de hoje. Com a tabela que todos têm pela frente, seria mole dizer que estamos lá e já temos uma mão no Torneio Aquecimento. Mas jogando do jeito que jogamos hoje... para ganhar o primeiro campeonato do ano vamos ter que melhorar muito. E afastar do Timão fenômenos como Marcel e Heverton Zero, que teriam caído como uma luva na piada de 2007.
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Colocando esta equipe na linha do tempo é até uma proeza. Temos de reconhecer o trabalho do mano Mano etc e tal. A recuperação foi rápida, se levarmos em conta o fundo do poço em que estávamos há alguns meses. Para times normais, como São Paulo ou Palmeiras (com o perdão das más palavras), estava bom demais.
Para nós, acostumados à Glória que é ser alvinegro, é pouco.
Com Catiça e Sem Vacilo
Não pode se inspirar no estádio: salto alto é pros donos da casa.
Rapaziada da Fiel, amanhã é dia de empurrar bêbado ladeira abaixo no Lacraião.
Nem vem com desculpa: o Rio Claro está desesperado e coisa e tal, mas não podemos vacilar. O Timão tem a obrigação de despachar os Clareanos. Os caras seguram a lanterna do campeonato com determinação, desde o começo do Torneio Aquecimento. Em dezesseis jogos, eles fizeram apenas onze pontos. Não dá pra pisar na bola como fizemos diante dos Malas da Moóca.
Mas pra isso tem que jogar sério. Não é porque a partida é lá no Vale dos Cervídeos que poderemos entrar com salto alto.
A gente pode até combinar o seguinte: é obrigação do mano Mano & Manada ganhar bem. A nossa é secar, pela ordem: Porco, Bambi, Guará e Ponte. Alguém aí vai reclamar:
- Ô Edsô, a prioridade é secar o Guará, meu!
Calma, doente. Primeiro a obrigação, depois a diversão.
No nosso Manual da Secada, tem uma outra combinação que podemos usar, que é apoiar o Barueri. Porque se o Barueri ganha, dependendo do saldo de gols, mesmo que também vençam, os bambis continuam fora do G4.
É isso, moçada, catiça neles e pra riba, Timão, que você é nossa Paixão!
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E já que estamos secando, vamos começar aquecendo logo pela manhã, mandando aquela caticinha básica contra o Felipe Mala. Quem for feirante, pode secar o Mala às 4 da matina, ao vivo. Quem não for, não esqueça de mandar sua secada antes de dormir. E só porque estamos apoiando o Hamilton e o cara já foi punido pelo STJD lá deles. Vamos lá, Hamilton! Você é São Jorge, é quase mano!
Virada No Jabá
Clique aqui pra ver o gol do Capitão, que abriu caminho pra nossa virada.O melhor alvinegro em campo foi o Carlão e a articulação do meio foi feita pelo Çadia. Não precisa dizer muito mais, né? Jogamos mal, mas o suficiente para colocar uma diferença para a segunda partida em São Paulo. Até o Fabinho e o Carlos Alberto, que têm sido muito regulares, deram umas pisadas na bola, não jogaram grande coisa.
Lula Molusco guardou o dele, recuperando a toada em que vinha antes de se machucar. Importante porque dá moral pro cara, ele volta por cima. Aliás, eu acho que close no Lula Molusco deveria vir com aqueles efeitos que tapam a cara do sujeito, sabe? Aquel dos quadradinhos de esconder moleque-de-menor. Putz, é cada susto que eu tomo! E quando ele leva falta e faz cara de dor? Valha-me Deus, vai ser feio assim lá em Quixeramobim!
Mas perdemos a chance de despachar o Fortaleza logo hoje, e acho que desperdiçamos a oportunidade por falta de gana. Se quisesse mesmo o Timão tinha mandado a equipe do Fortaleza comer lagosta. Quem esteve mais perto disso foi o Carlos Alberto, que não entrou em acordo com a bola numa jogada e sentou a gorducha na forquilha em outra.
Negócio interessante foi que vamos nos acostumando a jogar nestes pastos que fazem o campo da CMTC, onde rolava o Desafio ao Galo, parecer o Serra Dourada.
Mas o jogo teve outro mérito enorme: ficamos sabendo que o Rafinha existe mesmo. É gente de carne, osso e camisa oficial. Entrou faltando uns dez para acabar e mal tocou na bola, mas existe. Quem mal tocou na bola também foi o Everton Ribeiro, que é meu truta, mas não jogou nada.
É isso pessoal. Joguinho meio sem graça, mas que terminou com bom resultado.
Vamos, vamos Timão, não pára de lutar!
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Só pra deixar claro: sou totalmente favorável a homenagear o Marcelinho, que é ídolo. Num jogo que não valha nada, apenas pra comemorar a folha de serviços do Pé de Anjo. Agora, jogar, jogar, aí é demais.
Edson Campos é publicitário, maloqueiro e sofredor. Nasceu Roxinho da Silva. Descobriu em pesquisas recentes que o futebol foi inventado em 1977, por São Basílio. É torcedor do Primeiro Campeão Mundial da Fifa e está em busca de um título ainda não conquistado pelo Coringão. Acredita que o sistema político perfeito é a Democracia Corinthiana. Seu prato preferido é leitão – de qualquer jeito. Salve Jorge!