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  1. 06/09/2007

    Dever cumprido, mais 3 pontinhos...


    Fizemos a lição de casa direitinho. Ganhamos do lanterna, somamos três pontinhos, demos adeus a rabeira do campeonato e aumentamos mais um pouco a confiança.

    O jogo com bom público para uma quarta-feira às 19h30 (quase 18 mil pessoas) começou movimentado, bastante corrido. E logo aos 11, depois de boa jogada de Nílton, a bola sobrou para Finazzi fuzilar o goleiro adversário.

    Belo chute, belo gol. Corinthians 1x0.

    E a goleada que se desenhava ficou por ali, já que o Timão insistia num esquema com três zagueiros (Betão, Zelão e Nilton ou Carlão) mesmo o América tendo um único atacante.

    Nilton, mais uma vez forte e competente, subia ao ataque, como fez no gol, mas Carlão ficava e "reforçava" a zaga.

    Além desse excesso defensivo, Vampeta não apareceu. Simplesmente não entrou no jogo. E, se ele não joga bem, o time também não joga. O Corinthians sem Vampeta perde o meio de campo, perde a criatividade. O jogo deixa de fluir.

    E, mesmo extremamente defensivo e sem meio de campo, o Corinthians tinha relampejos de ataque e criava chances contra o fraquíssimo América.

    Arce teve uma boa chance ainda no primeiro tempo e Carlos Alberto quase fez, sem querer, num cruzamento.

    Finazzi perdeu dois gols que não costuma perder no segundo tempo, um deles sozinho e cara a cara com o goleirão.

    Arce foi substituído por Lulinha, que se movimentou bastante mas não teve nenhuma objetividade.

    E foi só.

    O Coringão repetiu o que vem apresentando no campeonato: irregularidade. Mas o campeonato inteiro está assim: irregular, nivelado por baixo.

    Então, vamos empurrar o Corinthians e sonhar com o G4!

    A confiança parece restabelecida para o próximo confronto, o Paraná lá em Curitiba no próximo domingo.

    Dependendo dos resultados de hoje, manteremos a 9a posição com 33 pontos. A 6 pontos do G4. Seria sonho? Acho que não.

    Vai, Corinthians!

  2. 05/09/2007

    Empurrar bêbado na ladeira é sacanagem

    O Corinthians entra em campo às 19h30 contra o América-RN, jogo válido pela 24a rodada do Brasileirão. O América, o Mecão.

    Melhor, o Mequinha.

    Último colocado e pior campanha até agora entre todos as equipes que disputaram o Brasileirão na era dos pontos corridos. 10 pontos em 69 disputados.

    Depois da espetacular vitória contra o Santos, o Timão repete a formação e tem o cada vez mais confiante Zé Augusto no comando.

    Goleada?

    Nada disso!

    Não vamos repetir o “favoritismo” santista, a soberba peixeira. Precisamos de três pontos, nada mais. Vamos jogar sério, recuperar a confiança e, quem sabe, alçar vôos mais altos neste Brasileiro.

    Empurrar bêbado na ladeira é uma tremenda sacanagem! 1x0 está de bom tamanho.

    No melhor horário para torcer e no melhor local do mundo para assistir uma partida, vamos lotar o Pacaembu!

    Meu palpite é 1x0. Simples, sem firulas. Gol de Arce, que vem crescendo e apresentando um futebol guerreiro e convincente.

    E o seu palpite, caro corintiano? Quanto será o jogo de logo mais?

  3. 04/09/2007

    Neto, o craque da camisa número 10


    Quando era criança, jogava bola todos os dias. Na rua, no quintal de casa, no campinho no final da avenida e, quando minha mãe deixava, no Campo do Cloro, uma rua sem saída na Serra da Cantareira que tinha metade terra e metade asfalto.

    A linha que dividia o campo era na verdade uma saliência exatamente onde começava a terra. Ou o asfalto, dependendo do lado que se jogava. Nessa divisão de campo, diversos garotos perderam pedaços da unha e em casos mais graves, o meu incluído, a cabeça do dedão.

    Chuteira era artigo de luxo, a maioria dos moleques usavam ki-chute com o cadarço amarrado na canela. Mas, como nenhum dos dois era obrigatório, jogávamos descalços. Era muito mais gostoso.

    O tempo passou e fui jogar em um campo gramado, ou quase isso, o do Sivicultura, no Horto Florestal. Era o típico campo de várzea: terra na maior parte e grama nas extremidades. Foi lá que disputei campeonatos e sonhei em ser um grande jogador de futebol.

    Pena que tenha ficado no campo dos sonhos.

    Nesses exíguos trechos de grama, finalmente pude realizar um sonho: correr e, de joelhos, me jogar no chão. Escorregar com os joelhos na grama e ao fim do percurso, colocar o braço esquerdo para trás e levantar o braço direito, com força, mantendo-o em riste. O movimento,rápido, era uma variação do soco no ar de Pelé.

    O inventor desse gesto era outro 10. O maior que vi jogar.

    Neto, José Ferreira Neto. O xodó da Fiel.


    O maior jogador da minha história.

    Aquele que melhor vestiu a 10 do Timão depois de Rivelino, aquele que tinha a Kalunga e a Finta quase que tatuados no peito.

    Na primeira vez que fui a um estádio de futebol, levado pelo meu tio, Neto se apresentou a este já doente corintiano que estava prestes a completar 8 anos. Dia 5 de Dezembro de 1990. O jogo, contra o Bahia, valia pela semi-final do Brasileirão que conquistaríamos alguns dias depois em cima do São Paulo.

    Pacaembu completamente lotado, na casa dos 40, 45 mil. Wagner Basílio abriu o placar para o Bahia com menos de dois minutos de jogo. Em seguida, Giba cabeceou e um zagueiro, não me lembro o nome, fez contra e empatou a partida.

    No intervalo, lembro das conversas e da torcida empolgada. Lembro muito dos fiéis que vibravam e subiam correndo as arquibancadas. Todos acreditando no primeiro título Brasileiro.

    O Timão voltou e aí Neto entrou na história.

    Na verdade, ele já tinha obrigado o goleiro baiano Chico a fazer dois ou três milagres.

    Mas faltava o que ele melhor sabia fazer: cobrar faltas.

    Doze minutos do segundo tempo, falta para o gol do portão principal na meia direita. Exatamente na minha frente. Não me recordo quem sofreu, mas lembro que ele ajeitou a bola sozinho. E sempre era assim. Com ele no time não havia outro batedor. Paulo Sérgio até passou por perto, Fabinho também, mas quem bateu, óbvio, foi ele. Antes de cobrar, o ritual de sempre: mão na cintura, pé direito a frente do esquerdo, dois passos da bola. Respirada forte antes de chutar com o pé esquerdo.

    Quando eu jogava nos campinhos, também me inspirava nesse ritual. Sempre fui magro, e tentava -em vão- copiar os calções que ele usava, sempre mais curtos.

    Ele seguiu a risca o ritual, correu, bateu na bola e, por capricho, a trajetória não foi perfeita como a Fiel se acostumou a ver. Ela quicou antes no chão, o que aumentou o efeito e enganou o goleiro baiano.

    Gol! Golaço!

    De virada, no melhor estilo corintiano. 2x1.


    A imagem desse gol nunca mais saiu do meu imaginário. Nunca mais.

    Foi a primeira de muitas vitórias do Timão que viria a assistir no Estádio Paulo Machado de Carvalho. O primeiro de muitos gols de Neto.

    Vi ele cobrar faltas com perfeição mais inúmeras vezes, ouvi Osmar Santos narrar suas cobranças pelo rádio, vi Sílvio Luiz aos domingos no Show do Esporte - onde ele era, como no título deste texto, "o craque da camisa número 10".

    Acompanhei suas passagens pelo Milonários e pelo Etti. Assisti até um jogo dele pelo Matsubara.

    E era sempre o Neto, o meu primeiro ídolo, o cara que me fez viver o futebol da maneira mais intensa na melhor fase da vida.

    Para o Corinthians, Neto foi o jogador que conquistou o primeiro Brasileirão e que vestiu a camisa do Timão 227 vezes. Que fez 84 gols.

    Foi genial.

    Mas, para mim, mais do que todos esses números, acima de sua genialidade, ele era o cara que corria e se jogava ajoelhado colocando uma mão pra trás e erguendo o braço esquerdo após um gol.

    Uma das cenas mais importantes da minha infância.

  4. 03/09/2007

    Três toques rápidos sobre os últimos dias

    - Efetivação do Zé Augusto
    Ele é gente boa, divertido, os jogadores gostam e a Fiel está aprendendo a respeitá-lo. Mas não pode ser treinador do Corinthians, não tem "cancha" suficiente.
    Com sua efetivação, a diretoria bateu cabeça mais uma vez e mostrou sua incompetência em não conseguir fechar com nenhum dos nomes que estavam na mesa de discussão. Torço muito por ele, mas não acredito.

    - Patrocínio da Samsung
    Em ótimas condições (e sem a comissão para a neta do velhinho), o Corinthians renovou até o final de 2008 com a Samsung. São 9 milhões de dólares e mais uma série de ações de marketing. É o segundo maior contrato do futebol brasileiro, demonstrando, apesar dos pesares, a força do Timão.

    - Renovação do contrato do Edson
    Só pode ser brincadeira. Vamos renovar mesmo?

  5. 03/09/2007

    O peixe, cozido, engoliu a soberba


    Como o Pedrão da padaria, toda a torcida santista acreditava em uma goleada. E não era só a torcida. Os jogadores e o engravatado Luxemburgo não viam outra coisa senão um placar elástico.

    Seria a devolução dos 7x1 de 2005?

    O discurso era de respeito, mas no fundo já ensaivam as palavras após a goleada. O protocolo dos santistas pregando que não existia favorito era tão verdadeiro como uma nota de três reais.

    Até a PM, que deveria ser imparcial, preparou esquema de segurança para, palavras do Capitão no rádio, uma derrota vexatória do Corinthians.

    Estava na cara de todos que o jogo seria uma barbada.

    Eles apenas esqueceram que a raça alvinegra pode até ficar esquecida pelos jogadores, como vinha acontecendo, mas ela nunca morre.

    Nunca.

    E toda vez que essa camisa alvinegra é questionada, a raça, ítem obrigatório de qualquer corintiano, ressurge com mais força.

    E mostra sua cara.

    Repito: nossa camisa tem muita força.

    Como o chute de Nilton, lá do meio da rua. Que foi parar, como diziam os mais velhos, onde a coruja dorme. Ou como diria um outro mais velho, meu técnico de futebol quando eu era criança, na forquilha.

    1x0 Timão. Nilton, o Niltão que alguns mais animados ontem fizeram rimar com seleção.

    Ele se apresentou a Fábio Costa da melhor maneira possível, humilde. E deu à ele boas vindas numa tarde com a cara do Corinthians. Numa tarde onde Fábio Costa e toda a peixada veriam o que é ser Corinthians.

    Cabe nesse gol duas observações: Fábio costa, arrogante, não pediu barreira. E, justiça seja feita, nem se ele fosse Yashin teria buscado a bola. Mas quem mandou subestimar o Coringão?

    Após o gol, aos 9 minutos, tentei me conter. Muito cedo para abrir o placar contra um time tecnicamente superior.

    Mas a postura alvinegra não mudou. O que vimos foi o famoso “bola ou bolim”. Com raça e disposição, o Corinthians não perdeu uma bola, não amoleceu em nenhuma dividida. Ia pra cima e marcava muito bem. Os cinco volantes de origem (Carlos Alberto, Nilton, Carlão, Bruno Octávio e Vampeta) jogavam nas onze posições e os santistas nada podiam fazer.

    Com todas as suas limitações, o Timão era um gigante em campo. Enorme, defendia e atacava com vontade, muita vontade.

    Carlos Alberto fez uma partida irretocável e mandou, de uma vez por todas, Édson para o banco.

    Bruno Octávio foi implacável na marcação.

    Vampeta foi o maestro no meio de campo. Sentiu cansaço no fim do jogo, como vem acontecendo, mas fez partidaço.

    Até Zelão, Carlão e Betão fizeram uma grande partida. E com eles jogando bem, nada pode dar errado.

    Tanto que Zé Augusto nem mexeu na volta do segundo tempo. Não precisava.

    E num contra-ataque bem armado, Finazzi serviu Arce que aumentou a vantagem. 2x0.

    Mas tinha que ter emoção.

    E não foram poucas.

    Aos 22, Nilton salvou em cima da linha.

    Aos 25, Felipe fez defesa incrível, mais uma vez.

    E aos 28, com o pé, Felipe fez um milagre. Um verdadeiro milagre.

    Mas não tinha jeito, o jogo poderia ir até os 300 minutos que o Santos, tecnicamente superior, não passaria pelo Corinthians.

    E ainda teve a entrada de Lulinha, que fez questão de jogar voltando do mundial. Com a cara do Timão, ao contrário do reforço-pipoca Aílton. Deu novo gás, balançou a defesa santista que ainda teve, em jogada do onipresente Nilton, Adaílton expulso.

    E marcando implacavelmente, o Corinthians continuava forte, pegador. Até o último minuto. Eram guerreiros como Biro-Biro, Zé Maria, Wladimir. Era o Timão em campo. Claro que ninguém nas quatro linhas tinha a categoria desses gigantes, mas deu gosto ver os carrinhos, a garra, a honra à camisa do time do Parque São Jorge.

    Corinthians 2. Santos 0.

    Alegria da Fiel que, muito devido a violência, compareceu em pequeno número ao Pacaembu. Éramos 10 mil, um pouco menos. Mas parecíamos 100 mil. Uma avalanche em preto e branco que saiu feliz cantando “caiu na rede é peixe, lê, lêa, o Timão vai golear”.

    E foi uma goleada. Uma bela goleada. Com a cara do Corinthians.

  6. 02/09/2007

    Raça, disposição, garra, vontade, determinação.
    PRAZER, MEU NOME É CORINTHIANS!




    É impossível discorrer sobre a épica tarde de hoje. Estou exausto. Por hora só tenho uma coisa a dizer: aqui é Corinthians! Respeitem essa camisa!

  7. 02/09/2007

    Respeitem o Corinthians!

    Acabo de chegar da padaria. Como sempre, puxei assunto com os funcionários e clientes sobre futebol. Falamos sobre o clássico de logo mais. A dúvida de todos era uma só: de quanto será a goleada?

    Sim, sim, a única dúvida é se será 4,5 ou 6 a 0 pro Santos. Não falavam em empate, muito menos em placar favorável para o Timão.

    Justifiquei que "aqui é Corinthians", mas não teve jeito. O chapeiro Pedrão, santista doente, chegou a dizer que hoje eles devolvem aquele 7x1 onde Nilmar e Tevez infernizaram a defesa do Peixe e deixaram uma espinha até hoje na garganta de Nelsinho Baptista.

    Pois é óbvio que discordo. Não sou confiante a ponto de enxergar tranquilidade no jogo de hoje. Vai ser uma pedreira! O Corinthians está mal, mas não acho que será essa moleza toda para o Santos.

    Aqui é Corinthians, vamos empurrar o Timão e garantir três pontos em cima deles. 2x1 pra nós. Finazzi e Arce farão os gols e respiraremos mais tranquilos depois de nosso aniversário.

    E você, corintiano, qual o seu palpite?

  8. 01/09/2007

    Corinthians, essa paixão...



    Pra você que acha que eu não comemorei hoje, só por ser crítico no questionamento de nosso aniversário, um recado: somos todos corintianos, irmão.

    Não sou mais nem menos que você. Uns são críticos, outros se calam. Uns são rato de arquibancada, outros são torcedores de tv. Uns gritam até ficar roucos, outros apenas ouvem. Uns cantam, outros reclamam. Uns pulam, outros não saem do lugar. Uns têm carteirinha e outros sonham em ter.

    E assim, nesse mosaico alvinegro, somos todos fiéis e sofredores. Todos orgulhosos de serem Corinthians.

    Todos esperando que o glorioso Corinthians volte a ser o que sempre foi: um orgulho para seus 30 milhões de torcedores e motivo de inveja para todo o resto.

    Afinal, aqui têm um bando de louco, louco por ti Corinthians. Pois aqueles que acham que é pouco, eu vivo por ti, Corinthians. Eu canto até ficar rouco, eu canto pra te empurar. Vamos, vamos, meu Timão! Não pára de lutar!

  9. 01/09/2007

    Temos algo a comemorar?



    Hoje o Sport Club Corinthians Paulista faz anivérsário. Exatamente há 97 anos, trabalhadores do bairro do Bom Retiro se reuniam à luz de um lampião na esquina da Rua dos Italianos com a Rua José Paulino e criavam o segundo clube mais popular do Brasil, o maior campeão paulista, tetra campeão brasileiro e primeiro campeão mundial de clubes da Fifa. O todo poderoso Timão.

    De uma esquina em um bairro industrial e com origem nas camadas mais pobres, o Corinthians nasceu e manteve-se sempre fascinando as massas, criando histórias que nem Spielberg conseguiria inventar.

    Capaz de fazer uma cidade como São Paulo decretar ponto facultativo após um título (Campeonato Paulista em 1977) e de ser o responsável pelo maior deslocamento de pessoas em tempo de paz (Invasão do Maracanã em 1976), o Corinthians arrebanha hoje mais de 30 milhões de fiéis, sofredores que sempre se orgulharam e sempre viram raça, garra e vontade em vestir a camisa que até o Rei Pelé sonhou em um dia desfilar.

    Que viu Cláudio, Baltazar, Neco, Rivelino, Sócrates, Neto, Marcelinho, Carlitos Tevez e tantos outros.

    Hoje completamos 97 anos. De glórias, muitas glórias. De uma história incrível com títulos, inúmeros craques e uma fascinante paixão, um estado de espírito que só o corintiano consegue definir.

    Agora, a pergunta que fica é: com um time medíocre, um técnico interino, uma diretoria incompetente e um presidente correndo o risco de ser preso por inúmeras irregularidades e desmandos, dá pra comemorar?

    Temos, caro corintiano, algo a comemorar nesta data querida?

    ***

    Como prometido, um especial com dez vídeos históricos do Timão. Imperdível! Como dá saudade...

  10. 31/08/2007

    Recordar é viver - Dr. Sócrates e Casão


    Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, o Doutor Sócrates. 127 gols pelo Timão e muita, muita, muita história.

    Walter Casagrande Júnior, o Casão. 103 gols pelo Timão e igualmente muita hisória.

    Ambos faziam parte daquele timaço de 82-83, da Democracia Corinthiana. Eles e Wladimir, Zenon, Biro-Biro...

    Tinha um ano de idade e a nostalgia bate forte toda vez que revejo, como agora, vídeos desse tempo.

    E imaginar que hoje temos que depositar nossas esperanças no Aílton...

Edson Campos é publicitário, maloqueiro e sofredor. Descobriu em pesquisas recentes que o futebol foi inventado em 1977, por São Basílio. É torcedor do único campeão mundial reconhecido pela Fifa e não faz questão destes torneiozinhos de férias que dão carro como prêmio. Acredita que o sistema político perfeito é a Democracia Corinthiana. Seu prato preferido é leitão – de qualquer jeito. É São Jorge lá e nóis aqui: minha vida, minha história, meu amor!

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